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DEPOIMENTOS EMOCIONANTES

" Il faut être toujours ivre. Tout est là: c'est l'uniquequestion. Pourne pas sentir l'horrible fardeau du Temps qui brise vos épaules et vous penche sur la terre, il faut vous enivrer sans trêve. Mais de quoi?
De vin, de poésie ou de vertu, à votre guise. Mais enivrez-vous." 

" É preciso estar sempre embriagado. está tudo aí: essa é a única questão. Para não sentir o imenso peso do tempo que sobrecarrega nossos ombros e nos empurra para a terra, é preciso embriagar-se sem trégua. Mas do quê? De vinho, de poesia ou de virtude, a gosto. Mas embriague-se."

(Charles Baudelaire)


Eu optei embriagar-me  com  o vento, natureza, liberdade do salto, a sensação é única...


Rosanna

Boa Noite, Super Fly Ruy Marra!

Puxa , que experiencia tivemos aí no RJ... foi inesquecível.


Agradeço pelo material que você me enviou que tem um conteúdo fantástico e de grande valor para nosso interesse. Quando sair seu livro por favor nos
avise.



Gostaria de ter respondido esse e-mail antes, porém as coisas estão
voando por aqui e o tempo parece às vezes encolher. Mas o tempo precisa ser
gerenciado porque senão a vida passa e você acaba perdendo muitas coisas
interessantes e imperdíveis.

A experiência do vôo foi algo que de forma inconsciente fui atraindo
para o momento adequado e com a pessoa certa para a realização.
  
Tenho paixão pela águia ,tanto é que tenho uma imagem mental forte de que
o sucesso precisa ser alçado às alturas como o vôo de uma águia. Entretanto
para isso, é essencial o domínio das emoções e do medo das alturas, porque
quanto mais alto o vôo tudo fica mais arriscado e emocionante também. Minha
vida foi marcada por uma educação conservadora e simples. A imagem de
minha mãe sempre foi mais imperativa em minha vida, o que acaba refletindo
em pontos positivos e por que não em algumas limitações. Sinto que com essa
experiência, fortaleci a autoconfiança, a fé na vida e na Inteligência Infinita de
Deus que em nossas vidas vai nos transformando e levando para o
caminho ao qual por livre arbítrio escolhemos e decidimos fazer a nossa
parte.
  
Obrigado pela aula de controle emocional, e pela oportunidade, que poderá
um dia se repetir....comigo e/ou com minha esposa.

Um Forte Abraço Amigo Alado...

"Voar de Asa delta da Pedra da Gávia-RJ!!! Sonho que tornou-se realidade. Responsável pela conquista?! -Ruy Marra, pessoa sensacional, diga-se de passagem um profissional respeitável, de grande responsabilidade, qualidades só de quem é mesmo apaixonado pelo que faz têm. Embora o momento fosse de adrenalina total, comum de esportes radicais que visam superar os próprios limites, senti as melhores das sensações: conforto e confiança. Acreditam, nãosenti nem um pingo de medo. Sensação indescritível. Voar foi no mínimo MARAVILHOSO, a mais fantástica experiência da minha vida (sem exageros), dela jamais esquecerei, e como poderia?! ... Mas meu depoimento tem um objetivo maior do que descrever minha conquista. Se não ter voado de asa delta for o seu caso, caro leitor, aí vai o desafio (maior até mesmo do que a aventura em si): "Não pense, não hesite!!!" Voe e desfrute de uma das sete maravilhas do mundo, que com certeza o vôo de asa delta está incluído. E como eu, deixe marcado na história como é ficar pertinho do céu."

Mariana


O vôo que fiz aí no Rio foi simplesmente inesquecível. Uma verdadeira experiência de vida ... Indiquei para um colega do Melow Yelow, Nick, um inglês com descendência indiana, que ficou impressionado com o teu conhecimento sobre Shiva ! Por sinal, falando em conhecimento, creio que a tranquilidade que tu passas para os turistas ou alunos que te procuram não provém apenas da técnica que desenvolveste e da tua experiência com pessoas e com o psicológico das mesmas. Vem, também, da energia positiva que transmites com a tua simples presença, a paz com que conversas sobre qualquer assunto e a forma como encaras a vida.

Assim que lançares o teu livro, se possível, me avisa através do e-mail pois fiquei realmente interessado em conhecer um pouco mais sobre o que falaste pra mim e pra Ale.
           
Parabéns e obrigado pela atenção ! Obs.: Em anexo segue uma foto que tiramos na rampa de decolagem, um momento que ficou na memória pra sempre.

          
Abraço !

Flavio


A primeira vez que tive vontade de voar foi, mais ou menos, em 1984 quando fui passear na praia de São Conrado para ver o pessoal voando. Fiquei com muita vontade mas... só ficou na vontade. Passaram muitos anos eu sempre me lembrava do meu desejo mas não tinha coragem de realiza-lo.

Em 1996 fiquei sabendo que tinha câncer de mama e que deveria tirar a mama esquerda. Fiquei muito triste por uns dois dias e então a chama que estava adormecida reacendeu e eu falei que iria voar de asa delta.
Na ocasião eu era casada  e meu marido reagiu dizendo que eu não iria voar. E, eu queria voar no Rio de Janeiro para realizar meu antigo sonho porém eu morava em BH. Entrei em contato com a Soninha e ela conversou com o Rui e marcamos o dia do vôo.
Tive que "fugir" de casa para ir ao RJ  enfrentar os meus medos e buscar mais coragem para passar pela cirurgia. Penso que foi o melhor presente que eu me dei naquela época. Meu sentimento em relação ao que eu estava passando ampliou e eu enfrentei a situação com  muito mais tranquilidade e firmeza.
Meu primeiro vôo foi no dia no dia 31/07/1996 e hoje depois de 10 anos estou bem de saúde, trabalhando muito e, de vez enquando, procuro voar e me sentir sustentada pelo ar, o que me alimenta e me fortalece.


Angélica
(Psicóloga clínica e Professora
)

 “Ontem eu estava voando sobre o Rio de Janeiro. Pode soar como uma coisa tola, mas eu tive medo de altura durante muitos anos, a ponto de estar em prédios altos, totalmente fechados, com barreiras, paredes e ainda assim sentir vertigem. Para mim, a possibilidade de voar de asa delta não era nem cogitada, já que eu nunca acreditei que poderia me jogar de uma montanha. Depois que amigos meus voaram e voltaram cheios de adrenalina  e  eufóricos, dizendo ter sido aquela uma das melhores experiências de suas vidas, eu decidi tentar dominar meu medo e voar.
       
Meu piloto foi o Ruy, e desde o início ele esteve focado em me conduzir no vôo. O processo começou no carro, a caminho da rampa de salto, com ele me preparando para o vôo, apesar de eu não ter a menor idéia de que o Ruy estava direcionando bons pensamentos pra mim. Quando alcançamos o topo, senti um medo intenso ao ver a rampa com o Rio de Janeiro à minha frente. As lágrimas saltaram dos meus olhos e eu comecei a tremer, e pensei imediatamente: como serei capaz de fazer isso? Ruy então se utilizou de uma técnica e me “levou” para um lugar seguro da minha infância, com a pessoa que me dava segurança, e me aconselhou a focar em elementos específicos, como o cheiro e as sensações que tive no passado. Ele me fez contar sobre um bom momento vivido: lembrei de uma boneca que eu amava, dada a mim pelo meu tio.

Depois de me ensinar exercícios respiratórios de relaxamento, o Ruy me estimulou a focar naquele momento para que eu permanecesse calma. Ele também idealizou uma situação para eu pensar enquanto estávamos correndo para saltar da rampa: eu fingi que estava correndo para o meu show favorito e estava atrasada. Isso foi excelente para mim, já que eu foquei mais naquele pensamento do que no fato de estar saltando da rampa para o ar!

Antes de começar o vôo, nós nos sentamos à beira da rampa e ficamos assistindo as pessoas decolarem. Quase não falamos, o que foi de grande ajuda, pois permitiu que eu me concentrasse nas técnicas, fazendo com que meus pensamentos estivessem o mais próximo do real para mim. O vôo foi tão tranqüilo que, uma vez que decolamos da rampa para o show, eu estava apta a curtir o vôo desde o primeiro momento. Meu nível de autoconfiança estava alto e eu me sentia completamente à vontade com o Ruy. Tenho que admitir que houve alguns poucos momentos de medo, quando, por exemplo, o vento mudou. Mas foram insignificantes e dentro da normalidade. Somente o fato de eu estar lá em cima já era o suficiente pra mim. Sem a ajuda do Ruy e a incrível experiência que eu tive com ele não seria possível realizar aquele vôo. Mas agora eu sinto que posso fazê-lo de novo, num estalar de dedos, e estou esperando ansiosamente por isto. Eu aprendi técnicas que usarei novamente em situações similares, e sinto que dei um imenso passo pra me recuperar do meu medo de altura. Voar de asa delta vai, com certeza, fazer isso por você!

Obrigada novamente por ontem, Ruy . Eu ainda estou nas alturas!

Kim

O Ruy descobriu ,por ele mesmo, muitos dos temas abordados em meu livro, que seu espírito continue a voar como suas asas.
    
Dr. David Servain Schreiber
-  Neurocientista (Carnegie Mellon University-USA)
- Autor do livro Curar – O Stress, a ansiedade e a depressão sem medicamentos nem psicanálise (2 milhões de livros vendidos).

Francisco Gleison
-1ºSargento (FN) - Comandos Anfíbios

Pára-motor, o mais novo emprego nas Operações Especiais

Em abril de 2005, ao iniciar o treinamento com pára-motor para fins de emprego militar, não tinha noção das dificuldades que iria passar. Sem conhecimento de causa, achei que voar de pára-motor fosse apenas acelerar e decolar. Cada decolagem era aterrorizante, a adrenalina tomava conta dos meus impulsos. Em outubro de 2005, ao conhecer o sr. Rui Marra, ele me fez enxergar que voar é simplesmente um prazer, e que a decolagem, o vôo livre e o pouso, estão diretamente ligados e condicionado ao controle emocional.

 

SUA FELICIDADE É NOSSO ALIMENTO EMOCIONAL !!!
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